8 de fev. de 2010

CARNAVAL DE PERNAMBUCO

 A folia do Carnaval de Pernambuco começa muito antes do carnaval, e acontece forma mais forte principalmente nos bairros do Recife Antigo, em Recife, e na Cidade Alta em Olinda, e em pequenos focos no restante da cidade. Ritmos comuns são o frevo, a ciranda e o maracatu.
O carnaval de Olinda ostenta dezenas de bonecos gigantes, sendo o mais conhecido deles o Homem da Meia-Noite, que está nas ruas desde 1932 e é responsável por dar início, oficialmente, a zero hora do sábado de Zé Pereira, ao carnaval olindense. Além dos tradicionalíssimos blocos e troças que percorrem suas ladeiras, embalados pelo ritmo contagiante do frevo. São exemplos destes a Pitombeira dos Quatro Cantos, fundada em 1947, quando um grupo de rapazes desfilou pelas ruas da Cidade Alta cantando e empunhando galhos de pitombeira; e o Elefante de Olinda, fundado em 1952 por um grupo de rapazes da Cidade Alta, que durante o Carnaval saíram pelas ruas com um elefante de porcelana cantando uma música improvisada em homenagem ao animal. A grande concentração destes blocos e troças se dá na frente da Prefeitura Municipal, onde pode-se encontrar o maior número de foliões por metro quadrado.
No Recife o carnaval tem sua abertura com a saída do maior bloco carnavalesco do mundo, o Galo da Madrugada, no sábado pela manhã. No bairro do Recife Antigo, começa a tarde com feirinhas de artesanato e apresentações de grupos percussivos, entre outras atrações. Seguindo, logo mais à noite, uma agenda de shows que são realizados em palcos espalhados por todo os bairros do Recife e região metropolitana, onde acontece simultaneamente a realização do RECBEAT, o carnaval da juventude alternativa recifense. Na noite da segunda-feira, no Pátio do Terço, é realizada uma das manifestações mais emocionantes da cultura negra no nordeste, a Noite dos Tambores Silenciosos, pontualmente a meia-noite.
No interior, algumas cidades têm seus carnavais típicos, como Nazaré da Mata, com o Maracatu de Baque Solto, Bezerros, com os Papangús, Pesqueira, com o Carnaval dos Caiporas e a folia dos Caretas, em Triunfo, no Sertão pernambucano, entre outras.
O carnaval pernambucano tem como característica principal a democratização da brincadeira. Os foliões participam intensamente das manifestações, sem a necessidade de uma distinção por mortalhas ou abadás. O Recifolia foi uma tentativa de inserir este lado da cultura baiana das micaretas no calendário de eventos pernambucano, sendo extinto no ano de 2004.

A ORINGEM DO FREVO

Histórico - o carnaval recifense possui uma música e uma dança carnavalesca própria e original, nascida do povo. De origem urbana, surgiu nas ruas do Recife nos fins do século XIX e começo do século XX. O frevo nasceu das marchas, maxixes e dobrados; as bandas militares do século passado teriam dado sua contribuição na formação do frevo, bem como as quadrilhas de origem européia. Deduz-se que a música apoiou-se desde o início nas fanfarras constituídas por instrumentos de metal, pela velha tradição bandística do povo pernambucano.

A palavra é: FREVO! - A palavra frevo vem de ferver,
 por corruptela, frever, dando origem a palavra frevo, que passou a designar: "Efervecência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular no seu vai-e-vem em direções opostas como pelo Carnaval", de acordo com o Vocabulário Pernambucano de Pereira da Costa. Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o Jornal Pequeno, vespertino do Recife, que mantinha a melhor secção carnavalesca da época, na edição de 12 de fevereiro de 1908, faz a primeira referência a palavra frevo.
O Frevo música - Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensaram em dar ao povo mais animação nos folguedos de carnaval, e a gente de pé no chão, queria música barulhenta e animada, que desse espaço para extravasar alegria dentro daquele improviso. No decorrer do tempo a música ganha características próprias acompanhada por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos. Nas suas origens o frevo sofreu várias influências ao longo do tempo, produzindo assim variedades. A década de trinta serve de base para a divisão do frevo em: Frevo-de-Rua, Frevo-Canção, Frevo-de-Bloco.
FREVO-DE-RUA - É o mais comumente identificado como simplesmente frevo, cujas características não se assemelham com nenhuma outra música brasileira, nem de outro país. O frevo-de-rua se diferencia dos outros tipos de frevo pela ausência completa de letra, pois é feito unicamente para ser dançado. Na música é possível distinguir-se três classes: o frevo-abafo ou de encontro, no qual predominam os instrumentos metálicos, principalmente pistões e trombones; o frevo-coqueiro, com notas agudas distanciando-se no pentagrama e o frevo-ventania, constituído pela introdução de semicolcheias. O frevo acaba, temporariamente, em um acorde longo e perfeito. Frevos-de-rua famosos Vassourinhas de Matias da Rocha, Último dia de Levino Ferreira, Trinca do 21 de Mexicano, Menino Bom de Eucário Barbosa, Corisco de Lorival Oliveira, Porta-bandeira de Guedes Peixoto, entre outros.
FREVO-CANÇÃO - Nos fins do século passado surgiram melodias bonitas, tais como A Marcha n° 1 do Vassourinhas, atualmente convertido no Hino do carnaval recifense, presente tanto nos bailes sociais como nas ruas, capaz de animar qualquer reunião e enlouquecer o passista. O frevo-canção ou marcha-canção tem vários aspectos semelhantes à marchinha carioca, um deles é que ambas possuem uma parte introdutória e outra cantada, começando ou acabando com estrebilhos. Frevos-canção famosos: Borboleta não é ave de Nelson Ferreira, Na mulher não se bate nem com uma flor de Capiba, Hino de Pitombeira de Alex Caldas, Hino de Elefante de Clídio Nigro, Vestibular de Gildo Moreno, entre outros.
FREVO-DE-BLOCO - Deve ter se originado de serenatas preparadas por agrupamentos de rapazes animados, que participavam simultaneamente, dos carnavais de rua da época, possivelmente, no início do presente século. Sua orquestra é composta de Pau e Corda: violões, banjos, cavaquinhos, etc. Nas últimas três décadas observou-se a introdução de clarinete, seguida da parte coral integrada por mulheres. Frevos-de-bloco famosos: Valores do Passado de Edgar Moraes, Marcha da Folia de Raul Moraes, Relembrando o Passado de João Santiago, Saudade dos Irmãos Valença, Evocação n° 1 de Nelson Ferreira, entre outros.
O Frevo dança - Vários elementos complementares básicos compõe toda dança, em especial no frevo os instrumentos musicais serviam como arma quando se chocavam agremiações rivais. A origem dos passistas são os capoeiras que vinham à frente das bandas, exibindo-se e praticando a capoeira no intuito de intimidar os grupos inimigos. Os golpes da luta viraram passos de dança, embalados inicialmente, pelas marchas e evoluindo junto com a música do frevo.
::A SOMBRINHA - Outro elemento complementar da dança, o passista à conduz como símbolo do frevo e como auxílio em suas acrobacias. A sombrinha em sua origem não passava de um guarda-chuva conduzido pelos capoeiristas pela necessidade de ter na mão como arma para ataque e defesa, já que a prática da capoeira estava proibida.
Este argumento baseia-se no fato de que os primeiros frevistas, não conduziam guarda-chuvas em bom estado, valendo-se apenas da solidez da armação. Com o decorrer do tempo, esses guarda-chuvas, grandes, negros, velhos e rasgados se vêm transformados, acompanhando a evolução da dança, para converter-se, atualmente, em uma sombrinha pequena de 50 ou 60 centímetros de diâmetro.
:: O VESTUÁRIO - Também como elemento imprescindível em algumas danças folclóricas, o vestuário que se precisa para dançar o frevo, não exige roupa típica ou única. Geralmente a vestimenta é de uso cotidiano, sendo a camisa mais curta que o comum e justa ou amarrada à altura da cintura, a calça também de algodão fino, colada ao corpo, variando seu tamanho entre abaixo do joelho e acima do tornozelo, toda a roupa com predominância de cores fortes e estampada. A vestimenta feminina se diferencia pelo uso de um short sumário, com adornos que dele pendem ou mini-saias, que dão maior destaque no momento de dançar.
:: PASSOS DO FREVO - A dança do frevista é geralmente caracterizada pela sua individualidade na exibição dos passos. Os passos nasceram da improvisação individual dos dançarinos, com o correr dos anos, dessa improvisação se adotaram certos tipos ou arquétipos de passos. Existem atualmente um número incontável de passos ou evoluções com suas respectivas variantes. Os passos básicos elementares podem ser considerados os seguintes: dobradiça, tesoura, locomotiva, ferrolho, parafuso, pontilhado, ponta de pé e calcanhar, saci-pererê, abanando, caindo-nas-molas e pernada, este último claramente identificável na capoeira. A seguir descrições dos cinco primeiros citados:
DOBRADIÇA - Flexiona-se as pernas, com os joelhos para frente e o apoio do corpo nas pontas dos pés. Corpo curvado para frente realizando as mudanças dos movimentos: o corpo apoiado nos calcanhares, que devem está bem aproximados um do outro, pernas distendidas, o corpo jogado para frente e para trás, com a sombrinha na mão direita, subindo e descendo para ajudar no equilíbrio. Não há deslocamentos laterais. Os pés pisam no mesmo local com os calcanhares e pontas.
TESOURA
A - Passo cruzado com pequenos deslocamentos à direita e à esquerda. Pequeno pulo, pernas semiflexionadas, sombrinha na mão direita, braços flexionados para os lados.
B - O dançarino cruza a perna direita por trás da esquerda em meia ponta, perna direita `a frente, ambas semiflexionadas. Um pulo desfaz o flexionamento das pernas e, em seguida, a perna direita vai apoiada pelo calcanhar; enquanto a esquerda, semiflexionada, apoia-se em meia ponta do pé, deslocando o corpo para esquerda. Refaz-se todo o movimento, indo a perna esquerda por trás da direita para desfazer o cruzamento. Neste movimento, o deslocamento para a direita é feito com o corpo um pouco inclinado.
LOCOMOTIVA- Inicia-se com o corpo agachado e os braços abertos para frente, em quase circunferência e a sombrinha na mão direita. Dão-se pequenos pulos para encolher e estirar cada uma das pernas, alternadamente.
FERROLHO - Como a sapatear no gelo, as pernas movimentando-se primeiro em diagonal (um passo) seguido de flexão das duas pernas em meia ponta, com o joelho direito virado para a esquerda e vice-versa. Repetem-se os movimentos, vira-se o corpo em sentido contrário ao pé de apoio, acentuando o tempo e a marcha da música. Alternam-se os pés, movimentando-se para frente e para trás, em meia ponta e calcanhar; o passista descreve uma circunferência.
PARAFUSO - Total flexão das pernas. O corpo fica, inicialmente, apoiado em um só pé virado, ou seja, a parte de cima do pé fica no chão, enquanto o outro pé vira-se, permitindo o apoio de lado (o passista arria o corpo devagar).

10 de dez. de 2009

Amaury de Medeiros agora integral


No Amaury de Medeiros se tornará integral o colégio para conseguir isso teve que alcansar uma meta proposta pelo estado com isso ano que vem o 1º ano sera integral por esse mativos iram tirar as 5ª serie e os alunos que retirem teram que estudar em outro colégio depois tambem sera integral o 2º ano e com a 6ª serie acabarar e com isso vem o 3º ano a ser integral e sairá a  7ª serie e no ano seguinte eles iram tirar as 8ª serie com isso o Amaury terar aulas de manhã e a tarde para 1º, 2º e 3º ano.
                       com seus 85 anos o Amaury de Medeiros conseguiu da um grande passo para o futuro

24 de nov. de 2009

Inscrições abertas para curso de Marcenaria


Estão abertas as inscrições para curso profissionalizante de Marcenaria no Dom Bosco de Artes e Ofícios.
As inscrições irão ate 25 de Novembro no próprio  colégio.

12 de nov. de 2009

Aniversario da escola Amaury de Medeiro


A Escola Amaury de medeiros comemorará no próximo dia 16 de Novembro, o aniversário de 85 anos de existência da Escola Estadual Mais Antiga de Pernambuco, a festa vai contar com diversas atrações para a animar o dia.
O Amaury foi fundado em 16 de outubro de 1987, pelo Dr. Amaury de Medeiros 8 décadas de ensino, e hoje com a direção de Maria do Carmo

11 de nov. de 2009

Apagão em dez Estados do país


Um apagão atingiu, na noite desta terça-feira, pelo menos os Estados do Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, além do Distrito Federal. Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o problema ocorreu na hidrelétrica de Itaipu devido a uma falha das linhas abastecidas por Furnas. Com 20 unidades geradoras e 14 mil megawatts de potência instalada, a usina binacional de Itaipu fornece 19,3% da energia consumida no Brasil e abastece 87,3% do consumo paraguaio.
De acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), cerca de 17 mil megawatts de potência - o equivalente a toda a energia necessária para o Estado de São Paulo - foram perdidos com a pane, o que impossibilitou o fornecimento para as demais regiões.
Rio de Janeiro
Diversos bairros da capital fluminense ficaram sem luz. O Corpo de Bombeiros do Estado informou ter recebido chamados de pessoas presas em elevadores, mas não soube precisar quantas. O governador do Estado, Sergio Cabral, determinou que a segurança fosse reforçada por causa da falta de energia.
Os serviços de trens e metrô foram encerrados com o apagão. Os ônibus ficaram lotados e a disputa por um táxi foi acirrada nas ruas. Celulares e telefones fixos ficaram mudos em parte da cidade, principalmente nas zonas norte e sul. Até mesmo o Cristo Redentor ficou às escuras.
Segundo a Cedae, o sistema de abastecimento de água em sua área foi comprometido com a falta de luz. Os sistemas Guandu (90% da Capital e Baixada) e Imunana Laranjal (Niterói, São Gonçalo, Magé, Paquetá e Itaboraí) podem levar até o fim de semana para serem normalizados.
São Paulo
Vários bairros da capital paulista ficaram sem luz, a avenida Paulista está às escuras e o blecaute atinge também a região do ABC. Por volta da 0h25, a energia foi restabelecida em parte da zona leste da capital paulista. O problema começou a ser resolvido no ABC à 0h e no interior, à 1h.
Em São Paulo, as estações de Metrô ficaram fechadas. Na Vila Mariana, na zona sul da cidade, muitas pessoas foram para as ruas para aguardar o restabelecimento de energia. Homens da Companhia de Engenharia de Tráfego foram enviados às ruas para orientar os motoristas.
Entre 11h50 e 0h05, algumas das principais vias do Grande ABC, como a avenida Goiás, em São Caetano, Dom Pedro II, em Santo André, e Pereira Barreto, em São Bernardo do Campo, estavam completamente às escuras. Os pontos de ônibus nessas mesmas vias estavam cheios.
Mato Grosso
Em Cuiabá, o centro da cidade ficou completamente apagado por cerca de 15 minutos. A Cemat, que administra a energia elétrica em Mato Grosso, confirmou que o problema ocorreu na saída da energia da hidrelétrica de Itaipu e atingiu 25% da carga do Estado. A energia já foi reestabelecida.
Minas Gerais
A Companhia de Energia Elétrica de Minas Gerais (Cemig) informou que alimentadores em cidades do interior do Estado deixaram de fornecer energia elétrica por volta das 17h, após fortes chuvas. A companhia disse que não houve blecaute na capital, Belo Horizonte, porém não soube informar em que cidades ou regiões houve falta de luz. A energia, segundo a empresa, já começou a ser reestabelecida.
Mato Grosso do Sul
A cidade de Campo Grande também ficou sem energia elétrica. Em várias partes do Mato Grosso do Sul, somente hospitais e outros locais com gerador funcionam. As ruas ficaram sem luz e até mesmo a Santa Casa da capital sul-matogrossense enfrentou problemas, já que os geradores foram reservados para alas de emergência e ao Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Por volta da 0h30, a energia foi restabelecida.
A Enersul, que atende 73 das 78 cidades de Mato Grosso do Sul, afirmou que o apagão atingiu 70 municípios. A luz voltou em todas as cidades.
Rio Grande do Sul
No Rio Grande do Sul, a AES Sul registrou falta de energia em cidades da região metropolitana de Porto Alegre. Segundo a concessionária, 70 mil casas ficaram sem energia em Sapucaia do Sul e São Leopoldo por cinco minutos. As outras empresas que administram energia elétrica não registraram problemas.

9 de out. de 2009

COMO SURGIU O MARACATU?




  TEMOS MUITAS VERSÕES DE COMO SURGIU O NOSSO  MARACATU.

 O Historiador Leonardo Dantas Silva discorre sobre Maracatu Nação-"Na realidade,o que existia era o cortejo do rei,o cortejo do Rei do Congo,o cortejo do Rei de Angola,o cortejo do Rei de Cabinda.O maracatu na realidade era o ponto onde se realizavam os batuques. É como aquela história de forró: forró não é um gênero musical, mas o local onde as coisas acontecem.Gafieira não é 1 gênero musical,é o local onde as coisas acontecem,um baile popular.O forró é um baile popular e no baile tem xaxado,baião,tem xote.Então o maracatu era o local onde aconteciam os batuques dos negros,as reuniões de negros eram chamadas “maracatu”. Tanto é que a primeira notícia em que se fala[de maracatu]é sobre o Maracatu dos Coqueiros,não é uma agremiação,é o local onde se reuniam os negros.ex:A escrava [foragida] Catarina foi vista no Maracatu dos Coqueiros,freqüenta o Maracatu dos Coqueiros.
A[transição do Cortejo do Rei do Congo ao Maracatu]acontece a partir do momento que vem a abolição da escravatura,então a função do Rei do Congo desaparece, não tem razão de ser.O Rei do Congo era um auxiliar da autoridade policial, ele era autoridade intermediária entre o poder do estado e as nações africanas. Todas as nações deviam obediência ao Rei do Congo.Pouco antes da proclamação da república morre o último Rei do Congo da paróquia de Santo Antônio, que era Antônio de Oliveira.Quando ele morre não tem mais sucessor.Nesse momento, quem é que passa a ser o líder daquele grupo?O líder daquele grupo é o líder espiritual, então começa a liderança dos líderes do culto Nagô. Esses mantiveram o cortejo como uma forma de sair no carnaval. Quando o cortejo vinha às ruas com aquela percussão, que os jornais criticavam muito, eles chamavam maracatu,pois aquela percussão era semelhante [a outros batuques dos negros].Foi a imprensa que denominou o cortejo de “maracatu”.